No HU, cresce movimento
Ontem, o movimento continuou a crescer no Pronto Socorro (PS) do Hospital Universitário (HU) da Universidade Estadual de Londrina. A taxa de ocupação dos leitos do hospital, que durante os quatro meses de greve vinha sendo mantida entre 45% e 50%, subiu para 58%. Das 38 macas, 23 estavam ocupadas e não havia vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de adultos.
Na sala de espera do PS, que até a semana passada encontrava-se vazia, havia cerca de 30 pessoas à espera de atendimento. O diretor superintendente do HU, Cláudio Camacho, revelou que da zero hora até as 17 horas de ontem, 90 casos foram atendidos. Até o fim da semana passada, a média diária era de 40 casos. Ele manteve a orientação para que a população não procure o HU e opte por outros hospitais, até que a situação se normalize.
A presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde de Londrina (SinSaúde), Ana Maria da Cruz, garantiu que depois que a procura por atendimento aumentou, o número de servidores que prestam atendimento no pronto socorro também aumentou, passando de 40% para 50%. Até o final da tarde de ontem haviam 183 pessoas internadas.





