No campus de Foz, assembléia pede mais investimentos
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quarta-feira, 30 de maio de 2001
Emerson DiasDe Foz do Iguaçu 
Funcionários e estudantes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) em Foz do Iguaçu decidiram não separar o campus da cidade da estrutura controlada pela reitoria de Cascavel. Mas os participantes da assembléia de anteontem à noite reivindicaram a contratação de novos servidores e também um percentual maior das verbas repassadas pelo Estado.
Os 56 funcionários e cerca de 400 alunos pediram a abertura de concurso público para no mínimo 60 novos servidores. Para os integrantes do Conselho Universitário, o número seria suficiente para atender aos 10,5 mil metros quadrados de área do campus. Servidores e representantes do Diretório Central de Estudantes (DCE) criticaram a estrutura dos cursos em Foz e citaram como exemplo o campus de Marechal Cândido Rondon, cuja cidade possui 60 mil habitantes e conta com oito cursos. Em Foz, onde temos uma população de 268 mil, estamos estagnados em nove cursos, afirmou o secretário do conselho, Adilson Pasini. Em Casvavel, com 257 mil moradores, são oferecidos 15 cursos.
A direção do campus admitiu que novas contratações são necessárias, mas informou que não há definição de datas para novos concursos. Na última reunião do Conselho Universitário, a distribuição de verbas foi alterada à revelia de Foz do Iguaçu. Cascavel ficou com 34,65% do total de verbas destinadas à Unioeste pelo governo do Estado. Marechal Cândido Rondon recebeu 16,13%, Toledo 15,12%, a reitoria com 13,22%, Foz do Iguaçu 13,22% e Francisco Beltrão 8,39%.


