No 3º DP,
reforma trouxe
satisfação
Londrina
Ao contrário dos colegas, o delegado Jurandir André, do 3º Distrito Policial, diz que o mais importante para garantir a segurança foram as reformas físicas do prédio. ‘‘Ideal mesmo seria que todos os presos ficassem em um presídio de segurança máxima. A cadeia do distrito foi criada para outra finalidade’’, comenta. ‘‘Mas antes o preso perfurava a laje e ia embora. Hoje, depois da reforma, só se eles saírem pela porta da frente.’’
‘‘Com a ajuda da PM, sem dúvida a segurança era maior, principalmente para o plantonista. Agora ele vai ter que ficar preso também’’, avalia o delegado do 4º DP, Joaquim Antônio de Melo, delegado. No 4º distrito estão hoje 43 presos. Melo acredita que, apesar da deficiência de pessoal, o trabalho para tentar evitar as fugas será mantido. ‘‘Perigo é vir alguém de fora, mas a nossa instrução é que o plantonista não abra a porta depois das 18h30 para nada’’, afirma Melo.
A Folha não conseguiu ouvir o engenheiro Marcelo Paulino, do Decom, sobre a situação do 5º DP.
(Lúcio Horta)

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