A dependência das drogas pode ser mais forte que sentimentos considerados inabaláveis, como o amor incondicional e o vínculo que une mães e filhos. Em Londrina, apenas na Maternidade Municipal, pelo menos dez
recém-nascidos filhos de mães usuárias de drogas foram encaminhados mensalmente à Vara da Infância e Juventude ou ao Conselho Tutelar em 2009, por correrem riscos de serem negligenciados pelas próprias genitoras após a alta do parto.
  Sono excessivo, rejeição do bebê e ansiedade são alguns dos sinais observados pela equipe da maternidade que podem evidenciar, na mãe, a condição de usuária de drogas. Se o diagnóstico é confirmado, familiares da mãe são contatados para saber se têm intenção de cuidar da criança. Se a família rejeita a criança, a solução é o abrigamento em instituições e encaminhamento para a adoção.
  De acordo com a promotora da Vara da Infância e Juventude, Edina Maria de Paula, a única possibilidade da mãe manter a guarda do filho é o ingresso em programas de reabilitação. Segundo ela, casos de abandono são reincidentes.


Criado por lei em 1990, é um órgão público municipal de caráter autônomo e permanente, cuja função é zelar pelos direitos da infância e juventude, conforme os princípios estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente


É uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por reações corporais desagradáveis, tais como sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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