Nas ruas do bairro,
gangues ainda
cultivam violência
Apesar dos esforços dos professores do Colégio Etelvina Cordeiro Ribas, o máximo que eles conseguem é evitar que a violência do bairro entre no colégio. Ontem à tarde policiais do 13º Batalhão fizeram uma abordagem preventiva a três adolescentes que passavam pela rua. Um deles, F.C., 16 anos, aluno do colégio, estava com uma faca. ‘‘A arma é para minha segurança’’, explicou o menor. Os policiais fizeram o boletim de ocorrência e depois levaram F.C. para casa. ‘‘Vamos fazer a apresentação dele para os pais e apreender a arma branca’’, explicou o tenente Rocha. Integrantes das gangues juvenis estudam na escola.Mas dentro do Colégio a mobilização contra a violência continua.Os estudantes estão ensaiando para a apresentação Aquarela do Brasil, que acontece nos dias 11 e 12 de novembro, na própria escola. Haverá dança, representação teatral e outros tipos de apresentações preparadas pelos alunos. Elas fazem parte do projeto Brasil 500 anos. ‘‘Esse é o segundo ano que faremos as apresentações e teremos várias danças representando a história do Brasil na abertura’’, explicou a professora Dulcenea Alves de Lima, que faz parte do grupo de danças do colégio. (E.C.)

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