A estudante Priscila de Paula Barbosa, 19 anos, garante que sempre manteve seu quintal limpo de latas, garrafas e objetos que acumulam água. Isso, porém, não impediu que ela, o irmão e a mãe contraíssem dengue. Na casa de Priscila, vizinha ao Centro Social Urbano, apenas um irmão, o menorzinho, de quatro anos, escapou da doença. ''E foi uma sorte, porque se a gente que é grande não está aguentando, imagine ele'', diz.
Para Priscila, a dengue foi a pior doença que já enfrentou na vida. ''A gente ouvia falar dela mas nem dava muita bola, achava que era uma doencinha. Depois que fiquei doente é que vi como é dura, como a gente se sente mal, dói tudo, não tem vontade de nada'', conta. Ela afirma que, depois dessa, vai se empenhar na campanha contra a dengue. ''Vou falar para todo mundo como é ruim. Não quero pegar isso nunca mais'', afirma.

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