Londrina - Das 13 unidades que mantêm presos do regime semiaberto no Paraná, a Colônia Penal Agroindustrial do Paraná (CPAI), em Piraquara, é a que possui o maior número de beneficiados, com 1.117 liberações. Os demais serão: 52 do Centro de Regime Semiaberto Feminino (CRAF), em Curitiba; 42 do Centro de Regime Semiaberto da Lapa; 150 do Centro de Reintegração Social de Londrina (CRESLON); 170 da Colônia Penal Industrial de Maringá (CPIM); 177 do Centro de Regime Semiaberto de Guarapuava (CRAG); dois da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II); dois da Penitenciária Industrial de Cascavel (PIC); 120 do Centro de Regime Semiaberto de Ponta Grossa (CRAPG); 110 da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão (PFB); dez do Centro de Reintegração Social de Barracão; cinco da Casa de Custódia de Londrina (CCL) e 18 da Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO).
A FOLHA ouviu um dos presos do Centro de Reintegração Social de Londrina (Creslon) que criticou atitudes como a do rapaz que sequestrou a mulher em São José dos Pinhais. "Tem muitos que vão embora e não pensam no dia de amanhã. Pensam que tudo é festa e devem sofrer as consequências. Hoje eu não vejo ninguém ganhando nada com isso. Se erramos, temos que pagar", declarou
Outro dos presos do regime semiaberto destacou que pessoas que fazem isso não tem objetivo para suas vidas. "Aqui trabalhamos na faxina, varremos aqui em frente do Creslon e se fosse para fugir, já teríamos tido a oportunidade". (V.O.)

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