Fabio Mise, 22 anos, do 4º ano de Ciências Biológicas da UEL, concorda com a pesquisa. Segundo ele, o jovem ''sabe o que deve fazer, mas não põe em prática'' quando o assunto é responsabilidade social. Para ele, praticar cidadania no dia a dia é não jogar lixo na rua ou dar lugar a um idoso no ônibus. ''Faço o que posso, mas acho que não fazemos mais por preguiça mesmo.''
''As pessoas se preocupam em praticar a responsabilidade social, mas não basta mudar o produto que se compra, é preciso uma mudança de consciência'', afirma Sueme Ueno, 21, do 2º ano de Ciências Biológicas da UEL.
Entre os alunos de Arquitetura, a mentalidade é diferente, garantiu Fernando Yamada, 23, do 4º ano. Para ele, os conceitos de responsabilidade social são bem aplicados no currículo escolar, mas depende dos alunos seguirem ou não os ensinamentos. ''As pessoas são individualistas, cada um segue seu caminho.'' Questionado se realiza ações de cidadania no dia a dia, ele confessou que costuma realizar ''na medida do possível''. (M.G.)

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