De acordo com o gerente operacional do SAS, Antônio Carlos Ribeiro, cerca de 1,5 mil pessoas são atendidas todos os dias no local, entre consultas, exames e fisioterapia. ''É um número muito grande de pacientes e muitas vezes gera uma demora no atendimento, mas não deixamos de consultar ninguém'', afirma.
Os exames mais complexos são feitos em clínicas terceirizadas e passaram a ser de responsabilidade do paciente, desde março do ano passado, por determinação do Conselho Federal de Medicina. Já todos os exames de laboratório são realizados dentro do próprio SAS. ''Todo tipo de coleta é feita aqui mesmo, facilitando a vida do usuário'', afirma Ribeiro.
O atendimento tem início às sete horas, quando os usuários recebem uma senha e se encaminham até as salas. Até as 13h30, são realizados atendimentos e exames. No período da tarde, até as 16 horas, são feitos agendamentos e atendimentos internos. Quarenta e oito funcionários trabalham no setor.
Os usuários reclamaram também da Ouvidoria, que estaria funcionando precariamente. O atendimento é feito em uma sala do terceiro andar do prédio, por um médico e um funcionário administrativo. Com um funcionário está de férias, o atendimento está sendo feito a partir das 9 horas. ''Se o médico precisar fazer alguma consulta, ele tem que se ausentar da Ouvidoria. Mas isso é uma responsabilidade do Estado.''
Em 2002 a Santa Casa de Londrina assumiu o SAS, antigo Instituto de Previdência do Estado (IPE). De acordo com o gerente administrativo, em média eram feitas 200 atendimentos por ano. ''Hoje, com toda a nossa estrutura, atendemos muito mais.''. São 130 mil consultas, 220 mil exames e 3,4 mil internações durante o ano. Os atendimentos de urgência são feitos na Santa Casa, Infantil e Mater Dei. São 18 mil no Pronto Socorro e outros 6 mil no Pronto atendimento, por ano. (M.O.)

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