Na UEL, comissão apura o caso
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 08 de outubro de 1997
Londrina 
Uma Comissão composta por três servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) iniciou ontem os trabalhos para apurar as denúncias de furtos e comercialização de livros da Biblioteca da UEL. A sindicância interna foi determinada na terça-feira pelo reitor Jackson Proença Testa. A comissão tem 15 dias para levantar todos os dados e apresentar parecer sobre a procedência das denúncias.
Vamos apurar os fatos, estabelecer responsabilidades e definir as punições cabíveis. Até lá não podemos divulgar qualquer informação para não prejudicar a sindicância, informou ontem a advogada Maria de Fátima Ribeiro, da assessoria jurídica da UEL. Paralelamente, a comissão vai acompanhar o inquérito policial que investiga o furto e venda dos livros do acervo da biblioteca da UEL.
A denúncia foi levada ao promotor de Defesa do Patrimônio Público, Bruno Galatti, que pediu a abertura de inquérito. Agora cabe à polícia continuar as investigações, comentou Galatti. Existem denúncias de que os livros estariam sendo vendidos diretamente pelos envolvidos e em bancas da Cidade.
(Célia Baroni)


