A música tem sido uma forma eficiente de estimular o aprendizado nas crianças e jovens com algum tipo de deficiência. Entre outras vantagens, a chamada musicalização é capaz de estimular os dois hemisférios do cérebro.
  A professora Kátia Araújo explica que a educação musical especial tem os mesmos objetivos da educação musical tradicional. ‘‘A música proporciona o estímulo do desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicomotor: esse é o tripé da formação para qualquer aluno.’’ Ela explica, porém, que no caso daqueles que apresentam alguma dificuldade, o educador deve procurar conhecer sua deficiência e adaptar a metodologia de ensino às necessidades geradas por ela. Tudo para tornar possível o conhecimento da linguagem e prazer musical do aluno.
  Kátia destaca que a música é muito importante como estímulo para o desenvolvimento do cérebro. ‘‘A música educa e reabilita. Enquanto o lado esquerdo do cérebro é trabalhado por meio do raciocínio, contagem de tempo, divisão, análise, organização e seriação, o lado direito é estimulado por meio da criatividade, sensações, emoções, padrões do ritmo e memória auditiva.’’
  Na opinião da professora, apresentar a música às pessoas com deficiência é mais do que conhecimento, é dar oportunidade. ‘‘Isso é educação, é cultura. Não é porque eles têm mais dificuldades que são incapazes; eles vão executar dentro de seus limites. Se pensarmos que não vale a pena, eles estão fadados a ficar em casa sem aprender nada’’, conclui.



O cérebro humano é um órgão imóvel, representa apenas 2% do peso do corpo, mas recebe aproximadamente 25% de todo o sangue que é bombeado pelo coração. É dividido em duas metades: o hemisfério esquerdo e
o hemisfério direito



Considerada uma forma de arte, constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo; é uma prática cultural e humana


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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