O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Maringá (Cidermma), que reúne oito municípios, vai começar a buscar soluções para os problemas comuns melhorando o atendimento na área de saúde.
O prefeito de Sarandi, Júlio Bifon (PSDB), eleito presidente da entidade, diz que a idéia é reforçar a estrutura de saúde existente em cada um dos oito municípios, aliviando a sobrecarga de pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) em Maringá.
O consórcio foi criado há dois meses, e além de Maringá e Sarandi, atende também Marialva, Mandaguari, Paiçandu, Mandaguaçu, Ângulo e Iguaraçu.
Cada prefeitura que integra o consórcio vai colaborar ainda com um fundo que será criado especialmente para custear as despesas do setor.
Aparelhamento O dinheiro será inicialmente utilizado para a contratação de médicos das áreas onde existe maior carência de profissionais. A idéia é melhorar o aparelhamento de hospitais e postos de saúde dos municípios envolvidos.
Na área do meio ambiente, o consórcio vai implantar aterros sanitários comuns na região, que podem ser utilizados por várias prefeituras. ‘‘Da maneira como os municípios estão sem dinheiro, fica inviável cada um ter seu aterro’’, explica o secretário de Desenvolvimento Regional de Maringá, Mário Hossokawa.
Ele diz que dos oito municípios que participam do consórcio, nenhum possui aterro e apenas Maringá tem um trabalho de reciclagem.
O Cidermma vai estudar também uma melhoria no sistema de transporte coletivo entre os oito municípios. Hoje, apenas quatro deles são servidos por coletivos que fazem linha direta com Maringá.
A intenção, a médio prazo, segundo Hossokawa, é fazer com que todos os municípios do consórcio contem com linhas diretas até Maringá.

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