A prefeitura de Campo Mourão está realizando estudos em busca de uma fórmula que aumente o tempo de vida útil do Cemitério São Judas Tadeu. O objetivo é prorrogar ao máximo a construção de um novo ''campo santo''. O São Judas Tadeu é o único cemitério do perímetro urbano e está ''lotado'' há cerca de oito anos.
''Só estamos sobrevivendo com este cemitério devido às remoções'', explica o secretário de Infra-Estrutura e Meio Ambiente, Ademir Moro Ribas. Desde 1993 a lei municipal que permite retirar os restos mortais de túmulos não comprados na prefeitura vem sendo seguida à risca. Nesse caso, os ossos são deixados num osssário.
Entre as alternativas da prefeitura estão a construção de gavetas verticais para permitir um melhor aproveitamento dos terrenos e a ampliação do ossário erguido junto ao muro. Outra opção é ampliar o cemitério num terreno ao lado. O problema nesse caso é a reação dos vizinhos. Uma tentativa anterior foi arquivada após um abaixo-assinado.
A prefeitura resiste a idéia de construir um novo cemitério para evitar os custos de construção e manutenção. Além disso, o atual cemitério é carente de infra-estrutura. Uma parte ampliada há 15 anos ainda não recebeu calçamento. A capela mortuária existente no local passa por reformas, mas só será concluída com a ajuda de uma funerária.

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