Maringá á A Prefeitura de Maringá pode firmar um acordo com a Sanepar para a construção e gerenciamento do futuro aterro sanitário do município, ao invés de optar pelo projeto de privatização. A idéia foi discutida ontem entre o prefeito em exercício, João Ivo Caleffi (PT), e o diretor comercial da Sanepar, Stênio Jacob. Um especialista em gestão de resíduos sólidos estará na próxima semana em Maringá para um estudo de viabilidade econômica do futuro aterro.
Conforme Jacob, a Sanepar tem interesse em realizar a parceria porque já conta com experiência para este tipo de gerenciamento. A empresa é responsável pelo projeto-piloto na área de coleta e tratamento sanitário do lixo em aterro, em Cianorte (80 km de Umuarama). Para Caleffi, a parceria seria interessante já que a estatal possui conhecimento prático nesta área, além de contar com estrutura de técnicos especializados em saneamento.
De acordo com estudo feito pela Secretaria de Meio Ambiente de Maringá, o custo do futuro aterro sanitário gira em torno de R$ 5 a R$ 6 milhões, incluindo a compra do terreno. Uma área de 20 alqueires, ao lado do atual Lixão, está sendo avaliada por técnicos especializados. O estudo do terreno vai revelar ser o local é indicado para receber o lixo futuramente. A prefeitura espera concluir o novo aterro até junho do próximo ano e só então iniciar a recuperação do Lixão que foi criado há mais de 30 anos.

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