Municipalização é viável
''Nós temos um trecho de 12 quilômetros aqui, o movimento é muito grande'', afirma Walter Guelles, Secretário de Transportes de Maringá (Noroeste), se referindo à BR-376, que no perímetro urbano passa a se chamar Avenida Colombo.
Segundo ele, as características apresentadas por esses locais exigem dos responsáveis uma série de cuidados. ''Pela grande movimentação que se tem nesses lugares é preciso um policiamento ostensivo'', explica o secretário, que defende também o uso de radares para inibir a alta velocidade.
Sobre a possibilidade de municipalização desses trechos, o secretário afirma não existirem dificuldades da cidade acatar a proposta da Polícia Rodoviária Federal. ''Há um ano os trechos já eram de responsabilidade do município e caso isso volte a acontecer, Maringá estará prontíssima'', avalia.
Para José Luis Alves Miguel, gerente de Trânsito de Apucarana (Norte), é importante ter um cuidado especial com os trechos urbanos da BR-369. ''Existe a preocupação de reduzir acidentes, já que as áreas são de circulação constante de pedestres'', explica. ''Estamos dispostos a fazer nossa parte com o apoio da PRF.''
Segundo Miguel, a prefeitura estuda agora a possibilidade de fazer um convênio com a Polícia Rodoviária Federal na tentativa de melhorar a circulação nesses trechos.
A assessoria de imprensa da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina informou que o órgão só se pronunciará sobre o assunto quando receber oficialmente o levantamento da PRF. (V.F.)





