O diretor estadual do Abutres, Hamilton Spring, relata que as mulheres não podem se tornar membros do motoclube, mas podem frequentar os eventos com o companheiro. ''Aqui as mulheres são tratadas como rainhas. Elas não lavam um copo, um prato ou um talher. Elas só ficam conversando entre elas, trocam experiências e são bem servidas pelos iniciantes'', salienta.
A escriturária Leiva dos Santos é esposa do membro Paulo Faria da Rocha, de Londrina, e relata que o que mais gosta é das viagens. Ela relata que durante as viagens os membros circulam nas estradas em fila, em ordem hierárquica.
A filha de Rocha, Mariana, 14 anos, observa que nos eventos é comum encontrar pessoas ostentando piercings e tatuagens. ''Mas fora desses lugares eles são pessoas normais'', observa. Ela não descarta ser integrante de um motoclube no futuro. Existem motoclubes que só admitem mulheres como as Garotas do Asfalto, As Najas, As Divas e As Valquírias. (V.O.)

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