O pedreiro Dejandir Fortunato, 34 anos, foi morto na noite de domingo e a principal suspeita do crime é Márcia Regina da Silva, 34 anos, companheira de Fortunato. O assassinato aconteceu na casa onde os dois moravam, na rua Pinhão, 112 (fundos), no jardim Marabá, zona leste de Londrina. Ao lado do corpo foi encontrado um pedaço de pau ensanguentado.
Segundo a polícia, o corpo estava com duas perfurações a faca e o rosto apresentava hematomas de pancadas. Márcia Regina, antes de fugir, teria ido à casa da frente e telefonado para a polícia e para o Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma e Emergência (Siate). A mulher também teria telefonado para familiares da vítima para informar a morte de Dejandir. O proprietário da casa onde o casal morava, Paulo Cesar Bueno, disse que os dois brigavam constantemente, principalmente quando o pedreiro se embriagava. A polícia espera que Márcia Regina se apresente ainda nesta semana.
Por volta das 23 horas, também no domingo, Gilberto Tomé da Silva matou o pedreiro Rubens Pereira de Souza com facadas e um tiro. O crime ocorreu em uma área invadida por sem-teto no jardim Santa Fé (zona leste), um dos locais mais carentes de Londrina. Rubens foi morto durante uma bebedeira na frente dos filhos.
Gilberto foi preso logo em seguida pelo delegado Valdir Abrão da Silva, com ajuda do perito criminal Luciano Bucharles. Ao ser detido, ele negou que tivesse praticado o crime. Mas Luciano observou que as mãos do acusado estavam manchadas com pólvora. Somente depois de duas horas é que Gilberto confessou o crime e foi autuado em flagrante por homicídio. A arma ainda não foi encontrada.
(Paulo Ubirantan)

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