Mulher de 60 morre atropelada na Tiradentes
Maria Ricardo Amâncio, 60 anos, morreu na sexta-feira à noite depois de ter sido atropelada na avenida Tiradentes, em frente ao posto Corujão. O motorista, que até o momento não foi identificado, fugiu do local, sem prestar socorro. A família só ficou sabendo da morte no sábado pela manhã, quando o marido dela voltou do trabalho. Um dos filhos reconheceu o corpo no Instituto Médico Legal.
De acordo com o Serviço de Atendimento ao Trauma e Emergência (Siate), Maria foi atropelada por volta das 17 horas e já estava morta quando foi encontrada. O laudo revelou ruptura dos vasos abaixo da clavícula e do fígado - o que teria provocado hemorragia interna - e traumatismo craniano. De acordo com a filha Regina, Maria estava indo do conjunto Santa Rita, onde morava, ao encontro do marido que trabalha de vigia numa empresa do jardim Bandeirantes. Ela fazia o trajeto quase que diariamente para levar a janta ao marido.
Regina faz um apelo, que poderia ser considerado um alerta, ao responsável pela morte da mãe: Estou pedindo para ele se entregar porque assim a mãe dele vai poder chorar por ele preso e não morto. Ao contrário do que possa parecer, segundo Regina, isso não é uma ameaça. Ela explica que a família é alagoana e tem vários parentes pistoleiros que residem em São Paulo e Minas Gerais. Temos medo de que eles descubram essa pessoa e venham para matá-la, disse. Não os conhecemos porque eles não frequentam nossa casa. Mas eles sabem onde estamos e quando vêm para o Paraná é para matar alguém.





