Mulher dada como morta ganha advogado
Mulher dada como morta ganha advogado
A doméstica Elisabete Moreira Duarte, 29 anos, que era considerada morta desde outubro de 1996, conseguiu ontem um advogado para entrar com uma ação de anulação da certidão de óbito. O advogado Levi Queiroz da Paixão foi cedido pela Rádio Colméia de Campo Mourão, depois que matéria publicada pela Folha, na terça-feira, revelou que Elisabete não tinha condições de contratar a assistência jurídica. Elisabete estava morando em Santos (SP), mas a família havia reconhecido como sendo dela um corpo encontrado morto em Curitiba e enterrado em Campo Mourão.





