Curitiba - Cerca de 200 pessoas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estiveram, ontem, no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária no Paraná (Incra-PR), em Curitiba, para cobrar agilidade no assentamento de mais de 7 mil famílias que, atualmente, vivem em acampamentos - a maioria à beira de estradas.
As reivindicações dos sem terra foram apresentadas à superintendente do Incra-PR, Claudia Sonda, que, em nota da assessoria de imprensa, informou que a autarquia encontra obstáculos, especialmente legais, para obtenção de áreas no Estado. ''As aquisições de áreas sob forma de desapropriação esbarram na aferição de produtividade, que trabalha com índices de 1975, e as aquisições sob forma de compra estão com preços maiores do que o Incra é autorizado a pagar'', argumentou. A reunião, iniciada pela manhã, não havia terminado até o fechamento da edição.

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