À frente das discussões dos rumos da educação, o Ministério Público, por meio do Fórum Permanente de Educação, pretende acompanhar o trabalho da prefeitura e traçar um diálogo com as secretarias do município. Segundo o promotor da Vara da Infância e Juventude, Márcio Bergantini, com a retomada das reuniões do Fórum, respostas serão cobradas. ''Precisamos saber qual a real situação dessas famílias e qual a contrapartida da administração municipal. Como será que as secretarias estão se preparando para a chegada dessas pessoas?'', questiona o promotor.
Antecipando a preocupação, o próprio Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) já enviou ofícios no final do ano a todas as secretarias do município pedindo esclarecimentos sobre as medidas tomadas e previstas. ''Recebemos algumas respostas e percebemos a boa vontade e interesse de não deixar que o problema se instale. Agora, vamos acompanhar e dar tempo para que as medidas sejam implantadas'', comenta a presidente do Conselho, Silmere Patricia Rossi. (M.T.)

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