Curitiba A Promotoria de Inquéritos Policiais (PIP) vinculada ao Ministério Público (MP) protocolou denúncia criminal, esta semana, contra o policial militar Edson Prado, pelo assassinato da ex-namorada Maria Emília Cacciatore Florêncio, que estava desaparecida desde o dia 4 de março. Seu corpo foi encontrado cinco dias depois, em Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba. A filha de Maria, Vivian, 3 anos, que estava em sua companhia, continua desaparecida.
Prado está preso desde 12 de março, em Curitiba. De acordo com a denúncia, em 4 de março, o policial, que é casado, pediu que Maria o encontrasse para acertar uma pensão alimentícia para a menina, que seria filha dele. Na ocasião, ainda segundo o MP, ele teria matado a ex-namorada com um tiro e enterrado o corpo. Não se sabe ainda o que ele fez com a criança.
O MP pede a condenação de Prado por homicídio doloso, com motivo torpe, e ocultação de cadáver. A PIP colocou o telefone (41) 324-6830 à disposição para receber informações sobre a menina. Na quarta-feira, familiares de crianças desaparecidas fizeram um protesto em Curitiba. Parentes de Maria participaram do ato.

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