O vice-prefeito e ex-secretário de Obras de Londrina, Luiz Carlos Bracarense, deverá ser ouvido pela Polícia Cívil no inquérito policial que apura a possibilidade de crime ambiental no esvaziamento do Lago Igapó 2. O nome dele foi sugerido pela promotora do Meio Ambiente, Luciana Lepri Moreira, no documento que pede as investigações. O inquérito será conduzido pelo delegado do 6º Distrito Policial, Algacir Ramos.
Além de Bracarense, o delegado deverá ouvir os engenheiros e funcionários da secretaria que estiveram envolvidos na elaboração do projeto de restauração da ponte. Na lista da promotora estão ainda os nomes do atual secretário de Obras, Aluísio de Freitas, e o presidente da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA), Luiz Eduardo Cheida.
Do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) deverão depor o chefe do escritório regional, Andrew Pinheiro Neto, e o engenheiro do Departamento de Fiscalização e Licenciamento, Nelson Santos Pereira. Serão ouvidos também o chefe da Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa), Nicolau Kluppel; e o ambientalista João Batista Moreira, presidente da ONG Patrulha das Águas.
A promotora sugere ainda que sejam ouvidas explicações do proprietário da empresa Ravasil Construções e Empreendimentos, Florindo Ravaneda. A Ravasil foi a única empresa a se inscrever no edital de licitação para a execução da primeira etapa da obra.

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