O Ministério Público (MP) de Londrina considerou ‘‘muito estranho’’ alguém assinar um cheque de conta particular no valor de R$ 100 mil sem escrever o nome da pessoa favorecida. A portador do cheque, segundo o promotor consultado pela Folha que preferiu não ser identificado, não conseguiria descontá-lo sem escrever o nome e apresentar no banco um documento de identidade. Ainda segundo o MP, é um procedimento bastante irregular assinar um cheque nesse valor sem colocar o nome do portador.
Em Porecatu, funcionários da Usina Central não quiseram comentar a prisão dos sindicalistas Evanildo Pinto Rodrigues, Daniel Malaquias e Claudemir Arriero. Vários trabalhadores disseram que tinham ouvido falar da prisão, mas argumentaram que não conheciam as razões. Os funcionários não souberam dizer se a prisão dos sindicalistas vai influenciar futuras negociações trabalhistas com a empresa. A usina iniciou ontem a colheita da cana-de-açúcar e está cadastrando trabalhadores que procuram a empresa.

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