Cerca de 170 líderes empresarias e políticos do Sudoeste do Paraná e 35 do Oeste de Santa Catarina se reúnem hoje, em Curitiba, para o 3º Alerta Sudoeste. A pauta de reivindicação do movimento será apresentada às 10h30 no Plenarinho da Assembléia Legislativa a deputados, autoridades do governo e à presidência da Telepar. A região Oeste de Santa Catarina aderiu ao movimento este ano. ‘‘O movimento é pacífico, ordeiro e sem bandeira partidária’’, garante Solange Stein, uma das coordenadoras.
A intenção é levantar recursos no valor de R$ 903 mil junto ao orçamento da União do ano que vem para a construção da aduana justaposta no Porto Seco Internacional de Dionísio Cerqueira (SC).
As reivindicações envolvem também melhorias do traçado do trevo da BR-163 com a BR-373, na divisa dos dois Estados, próximo a Barracão (90 quilômetros a oeste de Francisco Beltrão); melhorias no sistema de telefonia convencional de alguns municípios que ainda operam com Discagem Direta Operacional (DDO) e também a instalação de telefonia celular em mais 10 municípios da região.
O movimento pedirá também recursos para a agricultura familiar e a implantação do Projeto de Integração Regional do Parque Nacional do Iguaçu e Caminho do Colono.
À tarde, a caravana de lideranças segue para Brasília para a segunda etapa de reivindicações que acontece amanhã.
Aulas paralisadas Outra reivindicação do Alerta Sudoeste é a incorporação da Faculdade de Ciências Humanas de Francisco Beltrão (Facibel) à Unioeste de Cascavel e o repasse do convênio entre o Estado e a faculdade, no valor de R$ 400 mil.
‘‘Enquanto não houver uma posição definitiva sobre estas duas questões nós não retornaremos à sala de aula (alunos, professores e direção), mesmo que percamos o ano’’, garante o presidente do Diretório Acadêmico da Facibel, Jocemar Madruga.
Os alunos não frequentam as aulas desde o dia 10. Professores e funcionários pararam dia 16. Noventa alunos da instituição vão engrossar o Alerta Sudoeste, hoje, em Curitiba.

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