Um mês depois da morte da advogada Alexandra Disseró no Bar da Mocidade, na Rua Itajaí (na área central), o movimento de frequentadores do estabelecimento ainda não voltou ao normal. De acordo com a gerente, Elisa Sekigushi, o movimento já não estava bom antes do episódio. Depois, ficou ainda pior. ‘‘A frequência estava caindo por conta da falta de dinheiro. Depois do ocorrido, caiu ainda mais porque as pessoas se assustam com esse tipo de acontecimento’’, disse Elisa.
Apesar do receio, o consultor técnico José Única, 40 anos, estava no bar, no início da noite de ontem, acompanhado da mulher e de dois filhos. ‘‘Apesar de compreender que não houve responsabilidade do bar e que o fato pode ocorrer em qualquer lugar, inclusive dentro de casa, admitimos que estávamos receosos’’, disse o consultor, acrescentando que é frequentador assíduo mas ontem foi a primeira vez que retornou ao bar depois do assassinato da advogada. Ela tinha completado 28 anos na véspera e foi ao bar comemorar a data com o namorado e amigos.Josoé de CarvalhoTriste lembrançaNo Bar da Mocidade, o movimento ainda não voltou ao normal depois do assalto que resultou na morte da advogada Alexandra DisseróÁureo Nogueira

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