No Hospital Anísio Figueiredo (da Zona Norte), o problema da superlotação se arrasta há dias, desde o fechamento da Unidade Básica de Saúde Maria Cecília, que está em reforma e tem previsão de permanecer fechada durante seis meses.
Na segunda-feira, o HZN atendeu cerca de 500 pacientes das 7 horas às 24 horas. Em dias normais, o atendimento é de 250 pacientes. Com apenas dois consultórios e três clínicos gerais para o atendimento, um dos médicos improvisa o atendimento no setor de enfermagem. Muitas pessoas aguardam atendimento nos corredores, sem acomodação adequada.
Segundo o diretor administrativo, Carlos Lioti, ontem pela manhã o movimento foi intenso, mas um pouco menor do que na segunda-feira. Uma ala do hospital foi preparada para receber os pacientes que aguardavam atendimento fora do hospital. ''Colocamos os pacientes para dentro e já damos sequência na aferição da pressão e peso. Pelo menos eles estão aqui dentro e têm um atendimento mais humanizado'', declara Lioti.
Já no Hospital da Zona Sul (HZN), de acordo com o diretor geral, Wilson Battini, o movimento pela manhã foi tranquilo. ''Estamos atendendo normalmente, uma média de 250 pacientes por dia''. No Hospital Universitário (HU), 28 pessoas estavam internadas no período da manhã e outras cinco aguardavam atendimento. O hospital tem 26 leitos que atendem os pronto-socorros pediátrico, ortopédico, clínico, obstétrico e cirúrgico. (M.O.)

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