O problema do lixo de Rolândia (25 km a oeste de Londrina) vai ter discussão ampliada. Esta foi uma das decisões tomadas na reunião de sexta-feira à noite entre o Movimento Nossa Terra, agricultores, estudantes, sanitaristas e políticos da cidade. A reunião havia sido convocada para debater a instalação do aterro sanitário no município.
Segundo o coordenador do movimento, Daniel Steidle, o vice-prefeito João Dário (PDT) se mostrou disposto a ampliar a discussão com toda a comunidade e que a questão do aterro sanitário ainda pode ser estudada. Até a possibilidade de se criar uma usina de reciclagem, aproveitando-se a atual área do depósito de lixo municipal foi cogitada, aproveitando a mão-de-obra dos garimpeiros de lixo que trabalham no local.
Os moradores vizinhos à PR-170 ficaram preocupados com a notícia da instalação do aterro sanitário na região, alegando que o projeto poderia afetar o ecoturismo e desvalorizar as propriedades circunvizinhas e se mobilizaram. Os organizadores do MNT estão estudando também a possibilidade de transformar o movimento numa organização não-governamental.

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