A Associação de Mototáxis e o Sindicato dos Condutores de Mototáxis do Norte do Paraná estão testando, há cerca de 20 dias, o motoxímetro, aparelho que deverá estar presente em todas as motocicletas que prestam o serviço em Londrina assim que a atividade for regulamentada no município. O motoxímetro está sendo fabricado em Joinville (SC). Sua função é medir os quilômetros rodados durante a corrida.
Por enquanto o aparelho foi instalado em apenas uma moto e, segundo o presidente da Associação de Mototáxis, Vilson Primo Dalla Costa, tem-se mostrado eficiente. Ele explica que assim que o passageiro embarca, o motoxímetro é zerado. ‘‘No caso de corridas curtas, provavelmente vai diminuir o preço. Já nas corridas longas, deverá aumentar um pouco a tarifa.’’ Atualmente, a maioria das corridas (consideradas médias) custa R$ 2,50. Com a instalação dos motoxímetros, será cobrada uma bandeirada de R$ 1,50 mais R$ 0,15 por quilômetro rodado. À noite, este valor será acrescido em 20%.
A partir da regulamentação do serviço na cidade, os motoxímetros serão testados por um período de 90 dias. Depois disso a taxa será reavaliada. Na última sexta-feira foi publicado no Diário Oficial o decreto da regulamentação da atividade. Segundo Emerson Petriv, gerente de Serviços de Mototáxi da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), o processo de licitação para a regulamentação do serviço já está em andamento.

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