Mototáxis depende de mais uma votação
Mauricio Della Barba
De Londrina
O projeto de lei que regulamenta o serviço de mototáxis em Londrina passou ontem por sua primeira aprovação na Câmara de Vereadores. Para que a atividade se torne legal, o projeto deve ser aprovado novamente pelos vereadores na próxima terça-feira, para depois receber a sanção do prefeito.
Vencemos mais uma batalha. A regulamentação será uma forma de melhorar o serviço na cidade, disse o presidente da Associação dos Mototaxistas do Norte do Paraná, Wilson Primo Dalla Costa, que liderou um movimento da categoria no último mês, com mais de 28 mil assinaturas, pedindo agilidade na aprovação do projeto na Câmara.
Segundo Dalla Costa, Londrina conta atualmente com aproximadamente 1.200 motociclistas, empregados em 112 centrais diferentes. O projeto que tramita na Câmara prevê novas condições para a concessão do serviço, como idade mínima de 21 anos, possuir habilitação de moto há pelo menos um ano, motocicleta com 8 anos no máximo de uso e atestado de boa conduta.
Outro projeto aprovado em primeira discussão ontem foi o que isenta do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) os contribuintes de mais de 65 anos de idade, que possuam um único imóvel, destinado a sua moradia, e que tenham renda pessoal não superior a 5,5 salários mínimos, o equivalente a R$ 748,00.
O projeto corrige um erro cometido em 1997, quando revogou-se todos os benefícios, inclusive o que concedia isenção de IPTU para as pessoas carentes que já tinham esse direito, explicou Renato Araújo (PPB), um dos autores do projeto. O projeto deve voltar a ser discutido também na sessão de terça-feira.Aprovado ontem em primeira discussão, projeto de lei que regulamenta o serviço em Londrina volta à pauta da Câmara na terça-feira
Arquivo FolhaATIVIDADE ILEGALLondrina tem atualmente cerca de 1.200 motociclistas, empregados em 112 centrais de mototáxi





