A polícia de Marialva (17 km de Maringá) está vasculhando barracões desocupados da região na expectativa de localizar as duas carretas carregadas de cigarros assaltadas na tarde de domingo nas proximidades de Cambé. Até ontem à tarde a polícia não tinha pista dos veículos e nem dos motoristas das carretas Clóvis Rodrigues da Silva e Isaias Banfati. Os dois conduziam as carretas Volvo placas AC 3762 (reboque AHZ 5665) e ABK 9522, (reboque ABA 4234), ambas de Ponta Grossa.
As carretas estavam sendo escoltadas pelo Fiat Uno placa COG 4232, de Curitiba. Próximo a Cambé, um Tempra branco, ocupado por quatro homens, abordou os veículos. Armados de metralhadora, eles renderam o motorista do Uno, Adilson Rosa de Lima, e o acompanhate dele, Sidnei Batista de Almeida.
Os dois tiveram as armas, dois revólveres calibre 38, tomados pelos assaltantes e foram levados junto com os motoristas pela BR-376 e depois pela PR-444. Ontem de madrugada, os dois seguranças foram liberados entre Sarandi e Marialva, onde acionaram a polícia.
O delegado de Marialva, Nilton Leopoldino, explica que apenas orientou os batedores e acionou a polícia para tentar localizar as carretas. Ele não tem informações sobre a quantidade de cigarros que estava nos dois veículos, e disse que a queixa foi feita na delegacia de Cambé. A polícia não descarta a possibilidade de a carga ser levada para a região de Foz do Iguaçu ou outro ponto de divisa com o Paraguai.

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