De acordo com levantamento feito pelo Corpo de Bombeiros, a morte da criança de 11 anos, cujo corpo foi encontrado ontem no Lago Igapó, é a segunda por afogamento neste ano em Londrina. O outro caso ocorreu em março no Conjunto do Café (Zona Norte). A vítima tinha 62 anos.
Os óbitos já superam os dados registrados em todo o ano passado, quando os bombeiros resgataram oito pessoas em lagos e piscinas da cidade e uma pessoa morreu.
De janeiro até agora, o 3º Grupamento dos Bombeiros registrou três casos de afogamento, o segundo envolvendo crianças. Em abril, um garoto de dez meses se afogou na piscina de casa, no Jardim Quebec (Zona Oeste). A vítima foi internada em estado grave no Hospital Evangélico, mas sobreviveu.
Um caso atípico, segundo dados do Corpo de Bombeiros. A maioria dos atendimentos ocorre nos lagos urbanos espalhados pela cidade, onde é expressamente proibido nadar. ''Esses locais são impróprios para banho, inadequados até pela qualidade da água'', alertou o tenente Rafael Augusto Galante.
A legislação municipal também faz apontamentos que os lagos são locais de contemplação e restringe a ''natação, o banho ou a prática de esportes náuticos nos rios, córregos, lagos'' do município. Práticas desrespeitadas pelos municípes.(Danilo Marconi/Reportagem Local)

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