Quem está aguardando ansiosamente pela regularização do seu imóvel não vê a hora para que o projeto do executivo municipal seja aprovado pela Câmara de Vereadores. O presidente da Associação dos Moradores do Jardim Recanto Feliz 1, Djalma Schneider, é uma destas pessoas.
Schneider mora com outras 250 famílias na divisa de Curitiba com Almirante Tamandaré desde 1962, e conta que não conseguiu legalizar o imóvel porque a região é considerada área agrícola.
Do outro lado da rua, os moradores do Jardim Recanto Feliz 2 não tiveram problema para legalizar os imóveis. A explicação é simples: as residências já estão no perímetro do município de Almirante Tamandaré, que considera o local como área urbana. ‘‘Na capital as coisas são mais difíceis e demoram a apresentar uma solução para o nosso problema’’, reclama Schneider.
Ele conta que a primeira reunião para resolver o impasse aconteceu em 1970, com o então prefeito Omar Sabag. De lá para cá muitas reuniões aconteceram, mas nada mudou. ‘‘Tomara que agora o loteamento consiga ser reconhecido’’, espera. (G.V.)

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