O Conseslon foi criado a partir de denúncias feitas ao Ministério Público em fevereiro, quando o morador da Zona Norte Cláudio Luis dos Santos identificou a falta de 15 itens de medicamentos básicos nos postos da cidade. Entre os itens citou remédios e materiais complementares ao atendimento, como esparadrapo, gases, instrumentos médicos e até material de limpeza. O levantamento foi feito por amostragem, observando 20 dos 52 postos. ''Mas o problema está em todos os postos'', afirma.
O documento foi encaminhado ao MP, que está investigando a denúncia. ''O promotor Paulo Tavares está de férias, mas agora, com o Conselho já formado, assim que ele retornar ao trabalho, estaremos questionando o resultado da investigação''.
Uma das grandes preocupações do Conselho é a redução no número de remédios distribuídos nos postos. Na lista do Ministério da Saúde constavam 55 itens e hoje, são apenas 38.
Segundo Santos, a explicação dada ao Conselho pela diretoriade Saúde do município é que os medicamentos foram proibidos pelo Ministério da Saúde. ''Queremos saber o porquê dessa proibição.'' (M.O.)

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