Só um policial militar permanece no módulo policial instalado junto ao Bosque e, quando necessário, aciona viaturas que fazem ronda no Centro. Segundo o tenente Nelson Villa Junior, comandante do policiamento dos setores central e leste da cidade, o policial está instruído a fazer patrulhamentos pelo local ao longo do dia, mas não pode abandonar por muito tempo o módulo, que permanece aberto no período das 8 horas a 1 hora da manhã.
O tenente aconselha a população a recorrer ao módulo policial preventivamente. ''O policial está ali do lado e pode chegar rapidamente, caso seja acionado. Não é preciso que a infração aconteça para que a polícia seja chamada.''
Quanto à utilização dos banheiros do Bosque como mocós, o tenente esclarece que isto, por si só, não configura ação ilícita de natureza criminal ou de contravenção. ''A intervenção policial para retirada ou prisão dos moradores só pode ser feita mediante mandado judicial ou flagrante delito, por se tratar de um problema social e não criminal'', explica.
Para o diretor de operações da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Fábio Reali, o Bosque precisa ser ''oxigenado'' para que a população possa utilizá-lo. ''Sabemos que a presença da comunidade espanta os infratores.'' Reali disse que faria contato com a Secretaria de Ação Social do município para que os usuários do Bosque sejam identificados e, se possível, encaminhados para atendimento. (S. L.)

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