Dois prédios, cujas obras foram interrompidas há mais de dez anos, são motivo de reclamação dos moradores da região. Segundo eles, as construções se transformaram em mocó e têm abrigado moradores de rua e usuários de drogas, além de servir de esconderijo de ladrões.
O professor universitário Flávio de Alencar, morador da Rua Paramaribo, teve a sua residência assaltada duas vezes em menos de cinco dias. ''O mesmo rapaz que me assaltou a primeira vez, voltou depois. Até tirou sarro dizendo que estávamos virando fregueses dele'', comentou.
Segundo o professor, além de danificarem seu veículo, levaram diversos objetos, aparelhos eletrônicos e mantiveram toda a família sob ameçada durante vários minutos. ''A gente não consegue mais ficar tranquilo em casa à noite. Esse mocó aí é um dos principais problemas, precisamos que isso seja demolido ou feito alguma coisa urgente'', reclamou.
A reportagem da FOLHA esteve no local e encontrou restos de alimentos, roupas, colchões e até uma cozinha improvisada que era usada por um andarilho.

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