A Marcha Mundial de Mulheres nasceu de um movimento de mulheres canadenses que, em 1995, marcharam 200 quilômetros para se manifestarem contra a pobreza. A experiência, chamada Marcha ‘‘Pão e Rosas’’, foi produtiva. As 850 mulheres que participaram da marcha foram recebidas por uma multidão de 15 mil pessoas em frente à Assembléia Nacional do Canadá.
Com essa atitude, conquistaram o aumento no salário mínimo nacional, mais direitos para as mulheres imigrantes e apoio à economia solidária. Em 98, 140 mulheres de 65 países se reuniram para definir a pauta de reivindicações internacionais e ações para a Marcha deste ano. E chegaram à conclusão que somente acabando com a pobreza as mulheres poderia começar a ser respeitadas como ser humano.
No próximo dia 15, a coordenação brasileira do movimento estará se reunindo com a coordenadora internacional Ann McBrearty, na reunião das Dinâmicas Continentais, da qual também participarão várias entidades latino-americanas. (T.E.)

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