Uma das maneiras de perceber como a cultura alemã em Rolândia foi assimilada por outros povos na região é conferir a formação de um dos grupos folclóricos que se apresentam durante a Oktoberfest há 13 anos. O ''Weisser Schwan'', ou ''Cisne Branco'', é assim: toca e dança músicas alemãs mas é formado também por brasileiros de várias descendências, como italianos e até africanos.
Giovanete Rodrigues Tonin, professora do grupo junto com Júnior Pelaquim, tem sangue italiano correndo nas veias mas costuma dizer que ''o coração é alemão''. Nestes 11 anos no grupo, ela disse que viu a participação aumentar tanto que hoje ensaia desde a categoria infantil até a master. No total, o ''Weisser Schwan'' já soma 91 integrantes. ''Todos saímos para as apresentações como se fôssemos alemães'', garantiu a professora.
Ela revelou que todo mês de janeiro de cada ano passa duas semanas em Gramado, no Rio Grande do Sul, aprendendo novas coreográfias trazidas de diversas regiões da Alemanha para repassá-las aos demais integrantes. Os trajes também são cuidadosamente pesquisados para que nada fique distoante dos tradicionalmente usados pelos legítimos alemães(L.A.)

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