Curitiba - A defesa da inclusão das minorias e dos diferentes foi alvo de uma manifestação, ontem, na Boca Maldita em Curitiba. Profissionais de educação das redes estadual e municipal de ensino promoveram um ato público em defesa da política de educação inclusiva nas escolas públicas. O movimento foi promovido nas principais capitais do País, pelo Fórum Nacional de Dirigentes Estaduais de Educação Especial.
Esse ato é uma continuidade de manifestações anteriores também em defesa de minorias, como o dia da consciência negra, dia contra a violência contra a mulher, contra a Aids. A próxima manifestação será no dia 3 de dezembro, com a comemoração do dia do direito da pessoa portadora de deficiência e no dia 10, que será o ato maior em comemoração ao Dia dos Direitos Humanos.
O objetivo desses movimentos é o de sensibilizar e conscientizar a população sobre a necessidade de refletir sobre as causas da exclusão e como fazer para remover essas barreiras. Segundo a coordenadora do movimento, Maria Teresinha Ritzmann, a sociedade brasileira é muito excludente e ainda não refletiu sobre a necessidade de conviver com os diferentes. Ela apontou o crescimento do número de pessoas portadoras de deficiência, situação que pode atingir qualquer família, para sensibilizar as pessoas.
Na Boca Maldita, foram montadas barracas para a divulgação de material informativo e educativo sobre temas como prevenção à aids, dengue, proteção à criança e ao adolescente e educação inclusiva.

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