O promotor Laércio Januário de Almeida, de Guaíra, deu prazo até o final do ano para as empresas que extraem areia e pedra no Rio Paraná se adaptem à legislação e providenciem licença ambiental. Mais de 10 empresas trabalham em áreas de preservação permanente e nenhuma tem licença ambiental. Para cumprir a lei, as mineradoras têm de operar distante 500 metros da margem do rio, mas os empresários afirmam que é impossível extrair areia nessa faixa. O Ministério Público e o Ibama não chegaram a um acordo sobre o que pode ser feito para que as empresas possam continuar trabalhando sem causar danos ao meio ambiente.

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