Mineradoras comemoram facilidade para extração
Os preços baixos e a queda das vendas provocados pela crise econômica são as principais reclamações dos empresários que extraem areia do Rio Paraná na região próxima de Guaíra. Facilidade, neste caso, só a de encontrar matéria-prima.
Até reduzimos custos com a maior rapidez na prospecção de areia, comemora Veraldo Barbiero, sócio-gerente da Mineração Mercantil Maracaju, uma das mineradoras que extraem e fazem o transporte do produto de Guaíra a Foz do Iguaçu.
A Maracaju possui quatro embarcações com capacidade de carregamento de 1,2 mil metros cúbicos cada. Antes do fenômeno do assoreamento se agravar, o carregamento de uma chata durava de 8 a 10 horas. Hoje, o mesmo serviço é feito em 5 a 6 horas.
As bombas de sucção gastam menos combustível e temos mais tempo útil para viajar, diz Barbiero. A empresa realiza, em média, oito viagens semanais, no trecho de 190 quilômetros entre Foz e Guaíra. A viagem dura, em média, de 12 a 14 horas. (L.F.M.)





