Queijos & Vinhos
no Super Muffato
Foi uma noite das mais concorridas, a de terça-feira última, no Super Muffato, da Avenida Duque de Caxias, ocasião em que a empresa ofereceu queijos a vinhos a convidados e visitantes. Valdeci Galhardi, o gerente geral, foi um excelente anfitrião. Segundo o jornalista João Milanez, que lá esteve, ele desdobrou-se em gentilezas com os presentes. Um dos destaques da movimentada noitada foi a palestra do sommelier Ernesto Vasconcelos, que representa a maior revendedora de vinhos no Brasil, a Porto a Porto, de Curitiba. Ele fez um histórico das uvas, dos melhores locais para sua produção, no mundo todo, e falou, claro dos vinhos. Deu uma aula e foi muito aplaudido. Cada vinho que relatava, os garçons imediatamente serviam o produto aos convidados. Além dos queijos, foi servido aos presentes massas preparadas por Alexandre Guimarães, que, recentemente, especializou-se em gastronomia na Itália.


Vera Luppi está informando que a Sociedade Amigos do Museu está aguardando com grande expectativa o defile de modas, marcado para setembro, em benefício da instituição, que será organizado por Ana Verena, da Bahiarte. Com direito a quitutes baianos.
n E falando em comida baiana, Silvia Helena e Maria Fernanda, do restaurante Pimenta Rosa, anexo à Arel, promoverão, domingo, o tradicional almoço da boa terra’, com destaque para o vatapá, acarajé, cuscuz e muqueca de peixe.
n O comodoro Moacir Sgarioni, do Iate Clube de Londrina, está cnvidando seus associados, londrinenses que moram próximos ao Lago Igapó e demais interessados em embarcaçoes náuticas, para uma reunião com o Conselho Municipal do Meio Ambiente, sábado, às 9 horas, para tratar de assunto relacionado com o regulamento de esporte e lazer no Lago Igapó.


O medo de perder emprego revela também despreparo
Desobedecer uma ordem do patrão é bronca na certa! E deve ser por isso que muitas secretárias dificultam também a maioria que deseja falar, mesmo pelo telefone, com seu chefe, seja empresário, médico, advogado, gerente de banco, diretor de escola, secretário de Prefeitura, industrial ou comerciante, enfim, a pessoa que você precisa contactar, na maioria das vezes em busca de informação que pode até beneficiá-la de alguma maneira. O medo delas, ou de qualquer outro funcionário, é o de perder o emprego. Isto, no entanto, mais parece revelar certo despreparo para o cargo. A maioria das moças que atendem ao primeiro contato telefônico, por exemplo, já vai dizendo ‘‘não chegou ainda, está em reunião, agora não dá, não posso passar o número do celular’’ e etc. Ela não tenta saber se o assunto é importante para o patrão, para a empresa onde trabalha e vai logo cortando o ‘‘pobre mortal’’ que está do outro lado da linha. Nós, jornalistas, por exemplo, temos este tipo de problema. Muitas informações acabam não sendo publicadas, porque faltaram detalhes que não foram obtidos, pois o titular do fato não foi encontrado, porque alguém que para ele trabalha achou que não era importante passar-lhe a ligação. Quantos negócios deixaram de ser feitos, ou não foram nem cogitados, quantos amigos não se falaram, porque uma auxiliar direta do cidadão procurado colocou-o na vala comum dos que vão ‘‘incomodar o patrão e eu posso perder o trabalho’’. Função que ela poderia exercer bem melhor, se estivesse bem mais preparada, até para convencer seu chefe a atender alguém que está ao telefone. Isto, se ela, ou ele, educadamente, conseguisse apurar pelo menos qual seria, digamos, ‘a head-line’ do assunto a ser tratado. Claro, há secretárias muito boas, atenciosas e que dizem um não que você até agradece. Há outras que ajudam o patrão a vencer na vida, a ganhar dinheiro e a manter seu emprego. Embora, às vezes, tambem não recebem o reconhecimento que lhe é devido. Eu me lembro de um amigo de Londrina, que trabalha também em Londres, e que tem uma secretária competente, segundo ele. Quando um cliente ou amigo lhe telefona, ela joga no computador do chefe tudo que sabe sobre o outro. E ele impressiona o amigo ou cliente, perguntando pela filha que foi operada, pelo filho que ingressou na universidade, pela mulher que joga tenis e etc. E fala até sobre a recente viagem que o amigo fez. Esta secretaria não tem medo de perder o emprego. Porque está preparada para obter outro, se necessário for. E se falar em sair, o patrão aumenta-lhe o salário. Aqui, muitas moças trabalham com medo de perder o lugar, porque há centenas atrás dele, mesmo sem a condição necessária para o cargo. Os patrões precisam lembrar-se que uma auxiliar competente vale muito. E também ouvi-las, quando desejam dizer alguma coisa. E uma coisinha só: as secretárias precisam ficar melhor informadas, ter mais discernimento e isso, sabemos, exige preparo, significa dinheiro gasto, mas é preciso. Ou então, continuaremos na mesmice. A telefonista, a recepcionista e a secretária constituem a primeira impressão de qualquer escritório, consultório ou empresa, sejam quais forem. Você sabe até se uma empresa vai bem, através da telefonista ou da recepcionista, que é o primeiro elo com o público. A gente percebe isso só pelo atendimento dela e pela segurança de suas respotas. Nos Estados Unidos, algumas delas ganham quase igual a um diretor, porque, vamos repetir, elas são a impressão inicial de sua firma. Se for boa, ótimo; se for ruim, too bad... E isto vale também para as outras profissões, inclusive para a minha.

mockup