Dois microempreendedores venceram a licitação para instalar novos quiosques no Calçadão de Londrina. A empresa em nome de Lucas Laurentino da Silva, de Londrina, deve pagar R$ 7,1 mil mensais pelo espaço próximo à Avenida São Paulo. No local, será instalada uma cafeteria. Já o espaço destinado à floricultura, próximo à Rua Professor João Cândido, será administrado pela empresa em nome de Neusa Polônio Violim, de Cambé (Região Metropolitana de Londrina), que deve pagar R$ 1,5 mil mensais ao município.
A licitação conduzida pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) oferecia três espaços para a instalação de quiosques no Calçadão. Ao todo, sete empresas se interessaram, seis delas para o local destinado à cafeteria e uma para a floricultura.
Segundo o diretor administrativo-financeiro da CMTU, Márcio Tokoshima, não houve interessados no espaço próximo à Rua Minas Gerais, onde está prevista a instalação de uma banca de jornais e revistas. "Nós vamos fazer uma nova análise do edital para verificar por que deu deserto, por que houve falta de interesse. Vamos verificar se o local não carece de mudanças antes de fazer uma nova publicação", explicou. A análise será feita na próxima semana.
O valor mínimo pela utilização do espaço público por mês, estipulado na licitação, era de R$ 44,32 o metro quadrado, calculado em R$ 1.108,00, o que corresponde a 3% do custo do m2 no Calçadão. Ainda de acordo com a CMTU, a construção e a implantação dos quiosques serão de responsabilidade dos beneficiários.
Os vencedores apresentaram o maior lance e os espaços poderão ser utilizados por dez anos. A licitação será homologada na próxima semana. Após a assinatura do termo de concessão, as empresas terão 180 dias para instalar as estruturas. Os projetos já foram elaborados e aprovados pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul). A ampliação do número de quiosques depende ainda de outros estudos que estão sendo elaborados pelo instituto.
Os antigos quiosques foram retirados em 2010. Pesquisa realizada pelo Município apontou que 68% dos entrevistados mostraram-se favoráveis à volta dos pontos.

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