O exame residuográfico foi adotado em Londrina para ajudar na elucidação de casos criminais há cerca de três anos. Segundo o chefe da seção técnica do Instituto de Criminalística, Darci Dória de Faria, antes disso era utilizado um método conhecido como ''luva de parafina''. Porém, os próprios peritos, responsáveis por realizar o exame, passaram a contestar os resultados, que, conforme Faria, deixavam dúvidas em alguns casos.
Faria disse que, após alguns anos de estudo, chegou-se à conclusão de que o exame residuográfico seria mais eficiente. Ele explica que, no início, esse exame era utilizado somente para tirar dúvidas dos peritos. ''Depois de um certo tempo, os delegados passaram a pedir o exame para todos os casos e isso causou um acúmulo de trabalho'', completou.
O chefe do Instituto afirma que, apesar das dificuldades, continuam sendo realizados diversos exames, como balística, identificação de chassi e de fonética. Outros, como de confronto de vozes e identificação de imagens, são feitos inclusive para atender solicitações de polícias de outros Estados.

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