Em Londrina, não precisa chover muito para surgirem poças d'água sobre os bueiros. Ontem, por exemplo, choveu pouco mais de 40 milímetros, conforme o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), mas já foi o suficiente para alagar diversos pontos da cidade. Um deles é a esquina das ruas Brasil e Alagoas, na área central. ''Quando isso acontece a gente tem que andar até a outra esquina para atravessar a rua. Caso contrário, corre o risco de tomar um banho dos carros'', disse a comerciante Aparecida Munhoz.
Em dias úmidos, a praça João Negrão, no Jardim Califórnia (zona leste), é cercada por duas ''lagoas''. Segundo o frentista Renato da Silva, os motoristas evitam fazer o contorno da área. ''Já vi muitos ficarem presos na poça quando entra água na distribuição. Aí, só o mecânico pode resolver.''
Na esquina das ruas Uruguai e Cambará a situação é a mesma. Basta cair um pouco de água que metade da pista fica, praticamente, interditada. Na opinião do vendedor Elcio Palhares, o problema é o lixo acumulado nas tubulações. ''Estamos aqui há mais de quatro anos e sempre foi assim. Os funcionários da prefeitura limpam e tempos depois volta tudo ao que era antes. O jeito é trocar esses tubos por outros novos'', sugeriu.
O melhor equipamento que a cidade dispõe para solucionar o problema é o caminhão limpa bueiro, que está em funcionamento há quatro meses. De acordo com o secretário municipal de Obras, Aloysio Crescentini de Freitas, o desempenho do veículo tem sido satisfatório, mas o ideal é que houvesse mais quatro iguais a ele para atender toda a cidade.
Para solicitar o serviço do caminhão limpa bueiro, é preciso ligar para a Diretoria de Viação, no fone (43) 3323-4080, em horário comercial, de segunda a sexta-feira.
A queda de um galho de uma árvore que havia tombado sobre a rede elétrica na esquina das ruas Fernando de Noronha com Paranagua (área central), feriu o funcionário da Copel, Norberto Aparecido Mossoni, 47 anos. Ele sofreu um corte na testa e uma luxação no tornozelo direito, segundo informou o sargento do Corpo de Bombeiros, José Ronaldo Gomes. A área ficou isolada por algumas horas até que os galhos fossem retirados da rede. Os moradores reclamaram que já haviam pedido à Secretaria Municipal do Ambiente que fizesse a poda da árvore. (Colaborou Luciano Augusto)

mockup