Merendeiras que trabalham nas escolas municipais de Londrina e nos centros de educação infantil podem interromper as atividades por conta da falta de repasse referente ao vale-refeição. No total, 330 profissionais contratadas pela empresa terceirizada Denjud atuam no setor.

O Sindicato dos Trabalhadores em Refeições Coletivas e Merenda Escolar (Sintec) alega que a empresa teria deixado de cumprir a convenção coletiva e a prefeitura não teria fiscalizado o contrato emergencial corretamente.

A presidente do Sintec, Dóris Andrade da Cruz, cobra um posicionamento da prefeitura. "Nossa convenção prevê o pagamento do vale-alimentação e do vale-refeição e este pagamento deve ser feito até o quinto dia útil pela empresa que presta serviço", afirmou em entrevista à rádio Paiquerê AM. As funcionárias reclamam que os salários foram pagos com atraso e, por isso, existe a possibilidade de paralisação.

O secretário de Gestão Pública, Rogério Carlos Dias, informou que a empresa precisa cumprir as obrigações trabalhistas. Dias prometeu apurar o caso e advertir a empresa caso sejam constatadas irregularidades no cumprimento das obrigações. Ele contou que ainda não recebeu reclamações formais sobre a falta de pagamento.

Segundo informações da rádio Paiquerê AM, a empresa deu início aos trabalhos no dia 18 de fevereiro, mas o contrato emergencial está na fase final de ajustes e ainda não foi assinado. (Com informações da rádio Paiquerê AM)

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