Sobe
Produção japonesa

Desce
Bovespa

Mau humor
A falta de acordo entre democratas e republicanos no Congresso norte-americano gerou mau humor nas bolsas de valores e a Bovespa, colada em Wall Street, fechou em baixa. Mas o giro financeiro foi fraco, mostrando a pouca disposição do investidor em assumir risco enquanto há dúvidas na maior economia do planeta. O estrangeiro até se fez presente no mercado doméstico, mas seu ímpeto não foi suficiente para tirar a Bovespa do vermelho.

Ibovespa
O Ibovespa terminou ontem com perda de 0,82%, aos 52.417,10 pontos. Na mínima, registrou 52.274 pontos (-1,09%) e, na máxima, 52.912 pontos (+0,12%). No mês, acumula ganho de 0,15%. No ano, cai 14%. O giro financeiro totalizou apenas R$ 4,809 bilhões. Na sexta-feira passada, havia uma expectativa de que algum acordo poderia sair nos EUA, dadas as declarações de ambas as partes sobre o desfecho da paralisação do governo do país. Mas isso não aconteceu.

Dow Jones
Assim o Dow Jones terminou em baixa de 0,90%, aos 14.936,24 pontos, o S&P caiu 0,85%, aos 1.676,12 pontos, e o Nasdaq fechou com retração de 0,98%, aos 3.770,38 pontos. Aqui, o índice seguiu de perto as bolsas norte-americanas, mesmo com a atuação presente do investidor estrangeiro em papéis como Petrobras e siderúrgicas.

Petrobras
A presidente da Petrobras, Graça Foster, comentou que o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que há espaço para um reajuste nos preços até o final do ano, mas que ainda não existe nenhuma definição sobre o tema. Petrobras ON fechou com perda de 0,52% e a PN, de 0,27%. Vale também caiu, em semana que não tem a referência chinesa em razão de feriado. Vale ON, -0,90%, Vale PNA, -1,60%.

Japão
O Banco do Japão divulgou ontem o seu relatório mensal sobre a economia e informou que a produção industrial do país deve manter no crescimento nos próximos meses, enquanto as exportações líquidas também devem crescer, mas em ritmo mais gradativo.

Câmbio
Depois de duas sessões de ganhos, o dólar à vista negociado no balcão voltou a recuar ontem ante o real, com os investidores atentos ao cenário externo. O dólar terminou cotado a R$ 2,2070 no balcão, em baixa de 0,18%. Na máxima do dia, vista na abertura, a moeda atingiu R$ 2,2190 (+0,36%) e, na mínima, marcou R$ 2,2030 (-0,36%).

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (136.410 contratos) marcava mínima de 9,416%, de 9,409% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (264.745 contratos) indicava taxa de 10,08%, ante 10,14% na sexta-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (75.445 contratos) apontava 11,24%, de 11,28%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (4.895 contratos) estava em 11,77%, ante 11,82% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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