Os 26 membros, titulares e suplentes, do Conselho Municipal de Planejamento Urbano (CMPU) de Londrina foram empossados oficialmente ontem de manhã pelo prefeito Antonio Belinati (PDT). Formado por representantes de várias entidades, o conselho é um órgão consultivo e dará apoio às ações do Plano Diretor.
O próximo passo antes de o Conselho começar a trabalhar será a elaboração do regimento, que está sendo providenciado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul). O presidente do Ippul, Mário Stamm Júnior, explica que até o final do mês o regimento deve estar concluído.
Em seguida, segundo Stamm Júnior, o Conselho terá quatro meses para elaboração de um projeto de lei que vise compatibilizar as leis que tratam do planejamento urbano, código de posturas, uso do solo, entre outros temas. O Conselho também opinará sobre projetos que tramitam na Câmara de Vereadores e que tratam de planejamento da cidade.
Em julho, quando o Conselho já estava formado, seus representantes entregaram um documento ao prefeito pedindo que a atuação da entidade fosse mais decisiva. Eles reivindicam que a Câmara retire de pauta todo projeto que não passe pela avaliação técnica do Conselho.
Belinati destaca que o Conselho é importante por ser uma forma da administração dividir responsabilidades sobre determinados atos. ‘‘Com mais gente ajudando a decidir, acabaremos encontrando o melhor caminho para o desenvolvimento de Londrina’’, ressalta.
Fazem parte do conselho representantes do Ippul, da Câmara de Vereadores, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Norte do Paraná (Unopar), do Centro de Estudos Superiores de Londrina (Cesulon), do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi), do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal), da Associação Paranaense de Proteção e Melhorias do Meio Ambiente e do Instituto de Arquitetura do Brasil.

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