Melhorias sem prazo para execução
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 23% da população brasileira sofrem algum tipo de deficiência física ou mental. Em Londrina não há dados estatísticos sobre o tema. O assessor especial de Assuntos em Acessibilidade de Londrina, José Giuliangeli de Castro, diz que o município pretende criar um cadastro único para identificar quantas pessoas têm deficência e quais são elas para traçar metas de política publica que atendam suas necessidades.
De acordo com ele, 100% da frota de ônibus que atua no transporte fora do horário de pico possui a plataforma de acesso para cadeirantes. ''Nos horários de maior movimento esse número cai para 87%, mas mesmo nesse período os cadeirantes são atendidos'', enfatiza Castro.
Em relação às críticas às guias rebaixadas do Terminal Urbano, Castro diz que elas serão readaptadas quando todo o prédio for reformado. ''A reforma está orçada em R$ 600 mil e será executada em breve. A prefeitura também vai construir guias nos outros terminais. O terminal que está sendo construído na Zona Oeste já será totalmente acessível para cadeirantes e deficientes visuais e o mesmo modelo será adotado nos demais terminais da cidade'', afirma o assessor.
Castro ressalta ainda que existe um projeto para execução de guias rebaixadas nos meio-fios próximos a pontos de ônibus e nas entradas de escolas e postos de saúde. ''A prefeitura pretende ainda trocar os semáforos analógicos por digitais, que permitem criar um tempo para o pedestre. Essa substituição garantirá maior segurança para todos os pedestres, incluindo cadeirantes, deficientes físicos e idosos que contarão com um sinalizador auditivo que será acionada sempre que o semáforo abrir e fechar'', ressalta Castro, sem citar datas para a execução dos projetos. (M.R.)





