SoluçãoO cruzamento das avenidas Guaiapó e Colombo será liberado para passagem de pedestresAs secretarias de Transportes e de Desenvolvimento Urbano de Maringá iniciam esta semana uma série de obras paralelas à construção do viaduto da avenida Guaiapó, depois que moradores e comerciantes do local ameaçaram fechar o trecho. Desde o final do ano passado os empresários mobilizam os moradores dos bairros próximos para protestar contra o atraso na entrega da obra, que deveria estar pronta em dezembro. A intenção de fechar a rua Estados Unidos, que serve de desvio para a avenida Colombo, onde passa todo tráfego da BR-376, foi suspensa. ‘‘Pelo menos por enquanto’’, disse o empresário Agenor Maia.
Ele tem um depósito de materiais de construção na rua Estados Unidos e assegura que foi diretamente afetado pela obra. O problema, reclamou, é que o governo libera uma verba, a empreiteira retoma a obra e em alguns dias tudo está parado de novo. ‘‘Nossas vendas já caíram em torno de 50% nos quase um ano de desvio da Colombo’’, disse o empresário. Comerciantes e moradores aceitaram as propostas de melhorias feitas pelos secretários municipais.
A prioridade será a instalação de uma passarela na avenida Guaiapó, interrompida no trecho da Colombo para as obras do viaduto, permitindo a passagem de pedestres. Hoje os moradores dos bairros da região são obrigados a caminhar cerca de 300 metros a mais para atravessar o local das obras. A prefeitura vai também instalar semáforos no cruzamento, garantindo maior segurança aos motoristas e pedestres que passam pelo local, e fazer retornos nos dois extremos da obra.
Os comerciantes reclamam que os motoristas sentem dificuldades em parar ou fazer o retorno na área em obras. Com os retornos, a expectativa dos empresários é que os consumidores voltem a comprar nas lojas do trecho. Outra preocupação dos comerciantes é o anúncio de que a verba garantida no orçamento da União para a obra pode demorar até o final do ano para ser liberada.

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